Linguagens de programação

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Hoje nós vamos ver as linguagens de programação mais utilizadas atualmente

1. JavaScript

JavaScript, frequentemente abreviado como JS, é uma linguagem de programação interpretada de alto nivel que permite implementar funcionalidades mais complexas em páginas web, caracterizada também, como dinâmica, fracamente tipificada, prototype-based e multi-paradigma. A cada momento uma página web faz mais do que apenas mostrar informações estáticas para você – elas mostram em tempo real conteúdos atualizados, ou mapas interativos, animações gráficas em 2D/3D, vídeos, etc., você pode apostar que o javascript provavelmente está envolvido.

2. Java

Originalmente desenvolvida por uma equipe de desenvolvedores liderada por James Gosling

na Sun Microsystems (atualmente de propriedade da Oracle) e lançada em 1995, o Java é uma linguagem de programação orientada a objetos que atualmente faz parte do núcleo da Plataforma Java.

[16/7 6:46 PM] Eu: JavaScript é uma linguagem de programação que permite implementar funcionalidades mais complexas em páginas web. A cada momento uma página web faz mais do que apenas mostrar informações estáticas para você – elas mostram em tempo real conteúdos atualizados, ou mapas interativos, animações gráficas em 2D/3D, vídeos, etc., você pode apostar que o javascript provavelmente está envolvido.
[16/7 7:00 PM] Eu: Java é uma linguagem de programação orientada a objetos, diferente das linguagens de programação modernas, que são compiladas para código nativo, a linguagem Java é compilada para um bytecode que é interpretado por uma máquina virtual (Java Virtual Machine, mais conhecida pela sua abreviação JVM). A linguagem de programação Java é a linguagem convencional da Plataforma Java, mas não é a sua única linguagem. J2ME Para programas e jogos de computador, celular, calculadoras, ou até mesmo o rádio do carro.

A linguagem Java foi projetada tendo em vista os seguintes objetivos:

Orientação a objetos – Baseado no modelo de Simular;
Portabilidade – Independência de plataforma – “escreva uma vez, execute em qualquer lugar” (“write once, run anywhere”);
Recursos de Rede – Possui extensa biblioteca de rotinas que facilitam a cooperação com protocolos TCP/IP, como HTTP e FTP;
Segurança – Pode executar programas via rede com restrições de execução.
Além disso, podem-se destacar outras vantagens apresentadas pela linguagem:

Sintaxe similar a C/C++
Facilidades de Internacionalização – Suporta nativamente caracteres Unicode;
Simplicidade na especificação, tanto da linguagem como do “ambiente” de execução (JVM);
É distribuída com um vasto conjunto de bibliotecas (ou APIs);
Possui facilidades para criação de programas distribuídos e multitarefa (múltiplas linhas de execução num mesmo programa);
Desalocação de memória automática por processo de coletor de lixo;
Carga Dinâmica de Código – Programas em Java são formados por uma coleção de classes armazenadas independentemente e que podem ser carregadas no momento de utilização.

3. Swift

Swift é uma linguagem de programação consistente e intuitiva, desenvolvida pela Apple para a criação de apps para iOS, Mac, Apple TV e Apple Watch. Ela foi criada para dar ainda mais liberdade para os desenvolvedores. Swift é fácil de usar e em código aberto, para que qualquer pessoa com uma boa ideia consiga fazer coisas surpreendentes.

Impressionante o que estão
fazendo com Swift.
Swift é uma linguagem rápida e eficiente, que responde em tempo real e pode ser agregada com facilidade a um código Objective-C existente. Os desenvolvedores escrevem códigos mais seguros e confiáveis, economizam tempo e conseguem oferecer uma experiência ainda mais rica nos apps.

Um app bonito criado com Swift. A facilidade de uso e resposta em tempo real

Melhor desempenho,
melhores apps.
Apps criados com Swift são rápidos e dinâmicos. Um algoritmo comum de busca, por exemplo, obtém o resultado muito mais rápido com Swift.

Até
2,6x
mais rápido que Objective-C
Até
8,4x
mais rápido que Python 2.7
10.000 números inteiros encontrados em um gráfico usando algoritmo de busca em profundidade

4. TypeScript

Uma das linguagens mais interessantes para o desenvolvimento de aplicativos em larga escala é o TypeScript, da Microsoft . O TypeScript é único porque é um superconjunto de JavaScript (ES2015+), mas com tipos, interfaces, tipos genéricos e muito mais. Ao contrário de outras linguagens que compilam para JavaScript, o TypeScript não tenta alterar o JavaScript para uma nova linguagem. Ao invés disso, a equipe do TypeScript toma um cuidado extra para alinhar os recursos de uma maneira bem próxima ao JavaScript e suas funcionalidades futuras. Devido a isso, os desenvolvedores que utilizam TypeScript podem aproveitar os recursos mais recentes da linguagem JavaScript, além de um sistema de tipagem forte para escrever códigos mais organizados, aproveitando as ferramentas avançadas que o uso de uma linguagem de tipo estaticamente fornece.
O poder real no TypeScript vem de suas ferramentas. Os tipos são um meio de levar ferramentas de classe mundial à linguagem JavaScript, o que permite projetos melhores estruturados e mais fáceis de manter. Isso é especialmente importante à medida que os projetos JavaScript aumentam de tamanho (seja em linhas de código ou desenvolvedores no projeto). Ter uma conclusão rápida e precisa, recursos de refatoração e feedback imediato faz do TypeScript a linguagem ideal para JavaScript em grande escala. O TypeScript também simplifica seu uso para quem quer iniciar com a linguagem! Como o JavaScript é efetivamente o TypeScript sem anotações de tipo, todas ou partes de um projeto existente podem ser convertidas imediatamente e, em seguida, podemos aproveitar lentamente tudo o que o TypeScript tem a oferecer ao longo do tempo.
Embora a documentação do TypeScript tenha melhorado significativamente desde que este guia foi publicado, este guia ainda fornece uma das melhores visões gerais dos principais recursos do TypeScript, supondo que você já tenha um conhecimento razoável de JavaScript e um entendimento básico de como funciona a herança baseada em classe (como em Java, PHP, C #, etc.). O guia é atualizado regularmente para fornecer novas informações sobre as versões mais recentes do TypeScript.

5. Ruby

O Ruby é uma linguagem com um cuidadoso equilíbrio. O seu criador, Yukihiro “Matz” Matsumoto, uniu partes das suas linguagens favoritas (Perl, Smalltalk, Eiffel, Ada e Lisp) para formar uma nova linguagem que equilibra a programação funcional com a programação imperativa.

Ele disse com frequência que está “tentando tornar o Ruby natural, não simples”, de uma forma que reflita a vida.

Elaborando sobre isto, acrescenta:

O Ruby é simples na aparência, mas muito complexo no interior, tal como o corpo humano1.

Sobre o Crescimento do Ruby
Desde que foi tornado público em 1995, o Ruby arrastou consigo programadores devotos em todo o mundo. Em 2006, o Ruby atingiu aceitação massiva, com a formação de grupos de usuários em todas as principais cidades do mundo e com as conferências sobre Ruby com lotação esgotada.

A Ruby-Talk, a principal lista de e-mails para a discussão sobre a linguagem Ruby atingiu uma média de 200 mensagens diárias em 2006. Recentemente a média caiu, já que o tamanho da comunidade distribuiu as discussões de uma lista central em muitos grupos menores.

Ruby está posicionado entre no top 10 da maioria dos índices que medem o crescimento da popularidade de linguagens de programação pelo mundo todo (tais como o índice TIOBE). Muito deste crescimento é atribuído à popularidade de softwares escritos em Ruby, em particular o framework de desenvolvimento web Ruby on Rails.

O Ruby também é totalmente livre. Não somente livre de custos, mas também livre para utilizar, copiar, modificar e distribuir.

Ver Tudo como um Objeto
Inicialmente, Matz estudou outras linguagens em busca de encontrar uma sintaxe ideal. Recordando a sua busca, disse, “Eu queria uma linguagem interpretada que fosse mais poderosa do que Perl e mais orientada as objetos do que Python2.”

Em Ruby, tudo é um objeto. Cada parcela de informação e código podem receber as suas próprias propriedades e ações. A Programação orientada a objetos denomina as propriedades como variáveis de instância e as ações como métodos. A aproximação pura, da orientação aos objetos do Ruby, é geralmente demonstrada pelo seguinte trecho de código que aplica uma ação a um número.

5.times { print “Nós *amamos* o Ruby — ele é fantástico!” }
Em muitas linguagens, números e outros tipos primitivos não são objetos. O Ruby segue a influência da linguagem Smalltalk em atribuir métodos e variáveis de instância a todos os seus tipos. Esta abordagem facilita a utilização do Ruby, uma vez que as regras que se aplicam aos objetos aplicam-se a tudo em Ruby.

A Flexibilidade do Ruby
O Ruby é visto como uma linguagem flexível, uma vez que permite aos seus utilizadores alterar partes da linguagem. Partes essenciais do Ruby podem ser removidas ou redefinidas à vontade. Partes existentes podem ser acrescentadas. O Ruby tenta não restringir o programador.

Por exemplo, a adição é realizada com o operador mais (+). Mas, se preferir utilizar a palavra escrita plus, poderia adicionar esse método à classe nativa do Ruby Numeric.

class Numeric
def plus(x)
self.+(x)
end
end

y = 5.plus 6
# y agora é igual a 11
Os operadores do Ruby são açúcar sintático para métodos. Você também pode redefini-los.

Blocos, uma Característica Verdadeiramente Expressiva
Os blocos do Ruby são vistos como uma fonte de grande flexibilidade. Um programador pode adicionar uma closure a qualquer método, descrevendo como esse método deve se comportar. A closure é chamada de bloco e tornou-se uma das características mais populares para os recém chegados ao Ruby vindos de outras linguagens imperativas como o PHP ou o Visual Basic.

Os blocos são inspirados nas linguagens funcionais. Matz disse, “nas closures em Ruby, eu quis respeitar a cultura do Lisp3”.

search_engines =
%w[Google Yahoo MSN].map do |engine|
http://www.” + engine.downcase + “.com”
end
No código acima, o bloco é descrito dentro do trecho do … end. O método map aplica o bloco à lista de palavras fornecida. Existem muitos outros métodos em Ruby que deixam em aberto a possibilidade para o programador escrever o seu próprio bloco que complete os detalhes do que esse método deveria fazer.

Ruby e o Mixin
De forma diferente a muitas linguagens de programação orientadas a objeto, o Ruby suporta somente herança simples, propositadamente. Mas em Ruby existe o conceito de módulos (chamados categorias em Objective-C). Os módulos são coleções de métodos.

As classes podem fazer o mixin de um modulo e receber todos os métodos do módulo diretamente. Por exemplo, qualquer classe que implemente o método each pode fazer o mixin do módulo Enumerable, que adiciona um conjunto de métodos que utilizam each para iterar.

class MyArray
include Enumerable
end
Geralmente os programadores de Ruby vêm esta abordagem como uma forma muito mais clara do que a herança múltipla, que é complexa e pode ser demasiado restritiva.

A Aparência Visual do Ruby
Apesar de o Ruby utilizar frequentemente pontuação muito limitada e geralmente preferir palavras em inglês, alguma pontuação é utilizada para decorar o Ruby. O Ruby não necessita de declarações de variáveis. Usa simples convenções de nomes para denotar o âmbito das variáveis.

var poderia ser uma variável local.
@var é uma variável de instância.
$var é uma variável global.
Estes símbolos facilitam a leitura do código, permitindo ao programador identificar facilmente o papel de cada variável. Também deixa de ser necessário acrescentar um fastidioso sufixo self. a cada membro de uma instância.

Além do Básico
O Ruby é rico em outras características, entre as quais se destacam as seguintes:

Capacidade de tratamento de exceções, tal como em Java ou Python, de forma a facilitar o tratamento de erros.

Um verdadeiro garbage collector mark-and-sweep para todos os objectos Ruby. Não é necessário manter contadores de referência em bibliotecas de extensão (extension libraries). Tal como Matz diz, “Isto é melhor para a sua saúde.”

Escrever extensões C em Ruby é mais fácil do que em Perl ou Python, com uma API refinada para chamar Ruby a partir do código C. Isto inclui chamadas para embutir Ruby em software externo, para utilizá-lo como uma linguagem interpretada dentro do software. Uma interface SWIG também se encontra disponível.

O Ruby pode carregar bibliotecas de extensão (extension libraries) dinamicamente se o Sistema Operacional permitir.

O Ruby tem um sistema de threading independente do Sistema Operacional. Portanto, para todas as plataformas nas quais o Ruby roda, temos multithreading independentemente de o Sistema Operacional suportar ou não, temos multithreading até em MS-DOS!

O Ruby é altamente portável: é desenvolvido principalmente em ambiente GNU/Linux, mas trabalha em muitos tipos de ambientes UNIX, macOS, Windows, DOS, BeOS, OS/2, etc.

Outras Implementações do Ruby
O Ruby, como uma linguagem, tem algumas implementações diferentes. Esta página tem discutido a implementação de referência, frequentemente chamada pela comunidade de MRI (“Matz’s Ruby Interpreter”, o “Interpretador de Ruby do Matz”) ou CRuby (já que é escrito em C), mas também existem outras. Elas muitas vezes são úteis em determinadas situações, fornecem integração adicional a outras linguagens ou ambientes, ou têm características especiais que o MRI não possui.

6. C

Linguagens de Programação, Introdução a C, linguagem C, fundamentos da linguagem C, como programar em C, estruturas de controle, esturtura de repetição, estrutura de decisão, entrada e saída de dados, variáveis.

Conceito de linguagem de programação, linguagens de alto e baixo nível, linguagens genéricas e especificas. Será visto um pouco do histórico da criação da linguagem e a descrição das características mais importantes da linguagem C. Finalmente, será visto o aspecto geral de um código fonte escrito em C.

1.1 Linguagens de Programação

Um programa de computador é um conjunto instruções que representam um algoritmo para a resolução de algum problema. Estas instruções são escritas através de um conjunto de códigos (símbolos e palavras). Este conjunto de códigos possui regras de estruturação lógica e sintática própria. Dizemos que este conjunto de símbolos e regras formam uma linguagem de programação.Linguagens de Programação, Introdução a C, linguagem C, fundamentos da linguagem C, como programar em C, estruturas de controle, esturtura de repetição, estrutura de decisão, entrada e saída de dados, variáveis.

Conceito de linguagem de programação, linguagens de alto e baixo nível, linguagens genéricas e especificas. Será visto um pouco do histórico da criação da linguagem e a descrição das características mais importantes da linguagem C. Finalmente, será visto o aspecto geral de um código fonte escrito em C.

1.1 Linguagens de Programação

Um programa de computador é um conjunto instruções que representam um algoritmo para a resolução de algum problema. Estas instruções são escritas através de um conjunto de códigos (símbolos e palavras). Este conjunto de códigos possui regras de estruturação lógica e sintática própria. Dizemos que este conjunto de símbolos e regras formam uma linguagem de programação.

7. PHP

O PHP (acrônimo recursivo de: PHP: Hypertext Preprocessor) é uma linguagem de programação muito usada atualmente para gerar conteúdo para a WEB. O PHP foi criado em 1995, por Rasmus Lerdorf,

Sendo inicialmente um pacote CGI para substituir os Scripts Perl. O PHP permitia, inicialmente, os programadores criarem aplicativos simples para a web.

O criador do PHP disponibilizou o código fonte do PHP para usuários poderem aperfeiçoar e melhorar o código, adicionando funções e corrigindo eventuais problemas.

Versões do PHP:

PHP/FI 2.0: Esta versão passou muito tempo como Beta, com vários bugs para serem resolvidos. Foi lançado em 1997.
PHP 3: Primeira versão do PHP semelhante ao atual. Foi criada principalmente por Andi Gutmans e Zeev Suraski, também em 1997, sendo lançado somente em 1998. Esta versão se tornou oficial e foram abandonados os desenvolvimentos do PHP/FI 2.0. Um dos diferenciais do PHP 3, em relação ao 2.0 foi sua alta capacidade de extensibilidade, sendo esta versão a chave para o PHP atual.
PHP 4: O PHP 3 foi um grande avanço, mais não foi projetado para aplicações muito complexas. Os criadores do PHP 3.0 desenvolveram então a Zend Engine, esta Engine foi utilizada como base de criação do PHP 4, que foi lançado em maio de 2000. Esta versão do PHP foi criada com alguns métodos que permitiram a interação entre a linguagem e outros componentes da WEB, como Sessões HTTP e Buffers de saída. Esta versão popularizou ainda mais o PHP, pois permitiu interação com outras funções.
PHP 5: Lançado em 2004, o PHP 5 foi projetado com base na Zend Engine 2.0, e trouxe várias inovações. A orientação de Objetos desta versão do PHP foi totalmente reescrita, para atender ás novas necessidades.
O PHP tem código fonte disponível para qualquer pessoa, sem custos. A licença de uso e edição é Open Source, ou seja, ninguém pode comercializar qualquer versão modificada do PHP, e qualquer modificação deve continuar com o código fonte aberto para os usuários explorarem e modificarem. Este sistema de licença não traz lucro aos desenvolvedores, pois estes disponibilizam tudo para o publico gratuitamente, e o publico, por sua vez, ajuda reportando erros e ajudando a modificar o código fonte. Muitas empresas apóiam os desenvolvedores do PHP, pois estes não visam lucro ao criarem e desenvolverem o programa. O PHP é muito usado com o Linux e o MySQL, dois outros programas Open Source.

8. C#

C# (CSharp) é uma linguagem de programação orientada a objetos criada pela Microsoft, faz parte da sua plataforma .Net. A companhia baseou C# na linguagem C++ e Java.

História
A linguagem C# foi criada junto com a arquitetura .NET. Embora existam várias outras linguagens que suportam essa tecnologia (como VB.NET, C++, J#), C# é considerada a linguagem símbolo do .NET pelas seguintes razões:

* Foi criada praticamente do zero para funcionar na nova plataforma, sem preocupações de compatibilidade com código de legado.
* O compilador C# foi o primeiro a ser desenvolvido.
* A maior parte das classes do .NET Framework foram desenvolvidas em C#.

A criação da linguagem, embora tenha sido feita por vários desenvolvedores, é atribuída principalmente a Anders_Hejlsberg, hoje um Distinguished Engineer na Microsoft. Anders Hejlsberg era desenvolvedor de compiladores na Borland, e entre suas criações mais conhecidas estão o Turbo Pascal e o Delphi.

9. Python

Python é uma linguagem de programação criada por Guido van Rossum em 1991. Os objetivos do projeto da linguagem eram: produtividade e legibilidade. Em outras palavras, Python é uma linguagem que foi criada para produzir código bom e fácil de manter de maneira rápida. Entre as características da linguagem que ressaltam esses objetivos estão:

baixo uso de caracteres especiais, o que torna a linguagem muito parecida com pseudo-código executável;
o uso de identação para marcar blocos;
quase nenhum uso de palavras-chave voltadas para a compilação;
coletor de lixo para gerenciar automaticamente o uso da memória;
etc.
Além disso, Python suporta múltiplos paradigmas de programação. A programação procedimental pode ser usada para programas simples e rápidos, mas estruturas de dados complexas, como tuplas, listas e dicionários, estão disponíveis para facilitar o desenvolvimento de algoritmos complexos. Grandes projetos podem ser feitos usando técnicas de orientação a objetos, que é completamente suportada em Python (inclusive sobrecarga de operadores e herança múltipla). Um suporte modesto para programação funcional existe, o que torna a linguagem extremamente expressiva: é fácil fazer muita coisa com poucas linhas de comando. E também possui inúmeras capacidades de meta-programação: técnicas simples para alterar o comportamento de comportamentos da linguagem, permitindo a criação de linguagens de domínio específico.

Python tem uma biblioteca padrão imensa, que contém classes, métodos e funções para realizar essencialmente qualquer tarefa, desde acesso a bancos de dados a interfaces gráficas com o usuário. E, logicamente, já que esse é o objetivo deste grupo, existem muitas ferramentas para lidar com dados científicos. Essa característica da linguagem é comumente chamado baterias inclusas, significando que tudo que você precisa para rodar um programa está — na maior parte das vezes — presente na instalação básica.

Por fim, e não menos importante, Python é uma linguagem livre e multiplataforma. Isso significa que os programas escritos em uma plataforma serão executados sem nenhum problema na maioria das plataformas existentes sem nenhuma modificação. E, caso a plataforma objetivo não tenha uma versão de Python, desenvolvedores têm a liberdade de estudar e modificar o código da linguagem para fazer com que ela rode onde quer que seja.

10. C++

O C++ é uma linguagem de programação de nível médio, baseada na linguagem C. O desenvolvimento da linguagem começou na década de 80, por Bjarne Stroustrup.

O objetivo do desenvolvimento desta linguagem era melhorar uma versão do núcleo Unix. Para desenvolver a linguagem, foram acrecentados elementos de outras linguagens de vários níveis, na tentativa de criar uma linguagem com elementos novos, sem trazer problemas para a programação. No inicio do desenvolvimento, a linguagem usava um pré-processador, mais Stroustrup criou um compilador próprio, com novas caracteristicas.

A primeira versão oficial do C++ apareceu em 1985, juntamente com o livro “The C++ Programming Language”, que esclareceu vários pontos sobre o C++. Em 1989 foi lançada uma segunda versão da linguagem, com acréscimo das caracteristicas: Herança múltipla, classes abstratas, métodos estáticos, métodos constantes e membros protegidos, incrementando tambem um suporte de orientação a objeto. Um ano depois foi lançado o livro “The Annotated C++ Reference Manual”, que se tornou uma base.

O C++ tem uma enorme variedade de códigos, pois alem de seus códigos, pode contar com vários da linguagem C. Esta variedade possibilita a programação em alto e baixo níveis. O C++ apresenta grande flexibilidade, embora seja bom, este fato faz com que a programação seja muito mais cuidadosa para não terem erros.

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